terça-feira, 15 de março de 2022

Qual a Droga Mais Difícil de Largar?

Embora existam várias drogas altamente viciantes, quando a pergunta é sobre qual a droga mais difícil de largar, a resposta é a heroína.

Um estudo mostrou que a heroína é a droga mais viciante de todas, ficando na frente da cocaína, nicotina, barbitúricos e álcool.

É de extrema importância ficar atento aos sinais de uma dependência, particularmente pelo alto risco de overdose, e buscar, se possível, o quanto antes um tratamento para dependência química.

Nesse artigo, entenda mais os motivos pelos quais a heroína é considerada a droga mais difícil de largar, bem como os efeitos e os riscos.

Qual a droga mais difícil de largar?

Como dito acima, a resposta sobre qual a droga mais difícil de largar é a heroína, mas por que?

A heroína tem um poder viciante muito forte, onde a dependência física surge rapidamente, alguns dias após o consumo regular.

Essa dependência é caracterizada pela síndrome de abstinência quando o usuário para de usar, típica de todos os opiáceos, mas que é particularmente intensa e insuportável no caso da heroína.

É justamente por isso que é extremamente difícil largar a heroína, sendo o mais recomendado recorrer a uma clínica de recuperação, por conta de todo o suporte que ela oferece.

Vale ressaltar que a heroína pode ser consumida de várias maneiras. O pó pode ser aspirado pelo nariz, fumado, e quando dissolvido na água, injetado.

Quais os efeitos da heroína?

A rapidez com a qual a heroína afeta uma pessoa depende da forma como é consumida.

Por exemplo, quando injetada na veia, a droga atinge o cérebro e produz uma sensação de euforia em alguns segundos. Os efeitos duram de 45 segundos a alguns minutos.

Após um período de forte estimulação, se segue um período de calma que pode durar cerca de uma hora.

Veja, a seguir, alguns efeitos do uso da heroína a longo prazo:

  • Instabilidade de humor;
  • Apatia;
  • Depressão e ideias suicidas;
  • Dificuldades em controlar comportamentos impulsivos;
  • Problemas de aprendizagem e memória;
  • Riscos de doenças infecciosas, como HIV e hepatite;
  • Insônia;
  • Perda de peso;
  • Problemas sexuais nos homens;
  • Ciclos menstruais irregulares nas mulheres;
  • Ritmo cardíaco irregular, até uma parada cardíaca.

Assim como os alcóolicos necessitam de um tratamento para alcoolismo, os viciados em heroína precisam de um tratamento urgente, muito em razão dos prejuízos à saúde.

Quais os riscos ligados ao uso de heroína?

Agora que você já sabe qual a droga mais difícil de largar, é importante também ter em mente que o uso de heroína é associado a um grande risco de overdose.

Infelizmente, os usuários não têm noção da força real da heroína, e particularmente quando injetada e em grande quantidade, a pessoa pode perder a consciência quase que imediatamente.

Os sintomas de uma overdose são:

  • A pessoa não reage;
  • Respiração lenta e fraca;
  • Uma pele fria e pálida;
  • Sonolência extrema ou perda de consciência.

Em altas doses, a heroína pode causar uma parada respiratória, o que pode ser fatal.

Além disso, os riscos de uma overdose podem ser potencializados se a pessoa combinar a heroína com outros depressores, como o álcool e outros tipos de opióides.

Por isso, é essencial estar atento e agir o mais rapidamente possível!

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quarta-feira, 9 de março de 2022

Vício em Drogas Como Tratar?

Quando falamos em vício em drogas, significa o consumo repetido de uma substância, por exemplo, álcool, maconha, cocaína, entre outras.

Isso gera uma dependência física ou psicológica, e com o uso contínuo, acaba impactando todas as áreas da vida da pessoa, como relacionamentos, trabalho, finanças…

No entanto, muitas vezes, a pessoa dependente não consegue se livrar das drogas sozinho, e uma das soluções mais eficazes é o tratamento em uma clínica de recuperação.

Para você entender melhor porque uma pessoa fica viciada em drogas, vamos explicar os fatores de risco, quais os sinais de uma dependência em drogas, além de como tratar.

Quais os fatores de risco para vício em drogas?

Alguns fatores de risco estão envolvidos na maior probabilidade de uma pessoa se tornar viciada em drogas: características do próprio usuário, tipo de substância e o ambiente.

Vamos ver cada um deles separadamente:

Fatores individuais

A idade, o sexo, a personalidade, o humor e a maturidade cerebral da pessoa desempenham um papel importante.

Por exemplo, quando a pessoa começa a beber desde a adolescência, há uma grande probabilidade dessa pessoa se tornar um alcóolico quando adulto.

Um outro fator que pode levar ao vício em drogas é um estado depressivo ou um quadro de ansiedade.

Além disso, o nível de atividade dos neurotransmissores que regulam os comportamentos, que pode variar de pessoa para pessoa, pode ser também uma predisposição.

Fatores genéticos também podem estar envolvidos, pois alguns indivíduos apresentam uma maior tolerância que outros.

Substância

Já quanto às substâncias, a dependência pode se instalar logo após o primeiro consumo, como é o caso da cocaína e do crack, ou mais gradualmente, que é o que acontece com o álcool.

Vale destacar que algumas substâncias têm poder mais viciante que outras, cujos efeitos são potencializados pela frequência e quantidade consumida. 

Substâncias como o tabaco, heroína, cocaína e o álcool estão entre os produtos de maior risco, e dependendo da intensidade das consequências na vida da pessoa, é necessário um tratamento para dependência química.

Fatores ambientais

Por fim, o contexto social, estresse, uma doença mental, também são fatores que aumentam o risco de dependência.

No caso da influência do contexto social, o vício em álcool pode começar por participar de grupos onde todos bebem ou para fazer parte de um desses grupos.

Quais os sinais de uma pessoa dependente?

É essencial prestar atenção aos sinais de uma pessoa dependente, e a partir daí, já começar a pensar em como ajudar, ou mesmo buscar tratamento para alcoolismo.

Alguns dos sinais são praticamente imediatos, enquanto outros podem demorar um pouco mais, e podem variar de acordo com a substância, mas geralmente são:

  • Euforia;
  • Agitação;
  • Perda de controle;
  • Falta de concentração;
  • Problemas de memória;
  • Ansiedade;
  • Insônia;
  • Falta de apetite;
  • Irritabilidade;
  • Descuido com a aparência;
  • Não cumprimento das obrigações;
  • Isolamento.

A longo prazo, o vício em drogas pode afetar a saúde física e psicológica do usuário.

Vício em drogas como tratar?

Geralmente, para tratar vício em drogas, a abordagem é multidisciplinar, que consiste em tratamento medicamentoso, psicoterapia, participação em grupos de apoio… 

O tratamento pode ser mais ou menos longo, muito em função do tipo de substância, o tempo de uso e maior tolerância, sendo fundamental um acompanhamento de perto, particularmente no período de abstinência.

Então, se você perceber um dos sinais listados acima em um familiar ou amigo, busque o quanto antes ajuda profissional.

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sexta-feira, 4 de março de 2022

Abuso de Álcool: O que é e quais consequências

Falamos de abuso de álcool quando esse impacta de forma negativa a vida profissional e/ou pessoal de uma pessoa, assim como sua saúde.

Apesar dos esforços, a pessoa não consegue diminuir seu consumo, tornando-se então uma necessidade, e assim, a dependência pode ser instalada.

Felizmente, hoje em dia, as abordagens utilizadas em clínica de recuperação para tratar o alcoolismo estão cada vez mais efetivas, oferecendo ao paciente um tratamento individualizado.

Para você entender melhor o que é consumo excessivo de álcool e quais as consequências, continue a leitura que vamos explicar tudo aqui!

O que é abuso de álcool?

O abuso de álcool é caracterizado por haver, pelo menos ao longo de 12 meses, um dos seguintes fatores:

  • Um uso repetido de álcool levando a uma incapacidade de cumprir obrigações importantes no trabalho, na escola ou em casa;
  • Uso constante de álcool em situações onde isso pode ser fisicamente perigoso;
  • Problemas de justiça ligados ao álcool;
  • Consumo de álcool apesar dos problemas de relações ou sociais, persistentes ou recorrentes, causados ou agravados pelos efeitos do álcool.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, o consumo abusivo de álcool é chamado de “uso nocivo para a saúde”, e apenas as consequências físicas e psíquicas estão compreendidas nessa definição.

A OMS não considera os problemas sociais ligados ao consumo de álcool como um critério de “uso nocivo”.

Quais os sinais de consumo de álcool?

Alguns sinais são característicos do uso excessivo de álcool, entre os quais destacamos:

  • Ausentar-se na escola ou trabalho;
  • Mudança nos hábitos de sono e alimentação;
  • Isolamento;
  • Diminuição da concentração;
  • Falta de cuidados de higiene;
  • Perda geral de motivação;
  • Oscilações de humor, irritabilidade, mudanças na personalidade;
  • Não respeito às regras;
  • Necessidade constante por dinheiro;
  • Participar de um novo grupo de amigos.

Então, esses sinais podem indicar o consumo de álcool, mas podem estar relacionados também a problemas de saúde mental.

Qualquer que seja, é importante buscar ajuda o quanto antes, e uma alternativa é buscar tratamento para dependência química, principalmente porque é muito difícil se livrar do álcool sozinho.

Quais as consequências do abuso de álcool no organismo?

Quando uma pessoa bebe bebidas alcoolizadas, o álcool é absorvido ao nível do tubo digestivo e passa então diretamente para o sangue.

Assim, o álcool é distribuído para todo o corpo e afeta praticamente todos os órgãos, como o fígado e cérebro.

Lembrando que o álcool é uma substância psicoativa, ou seja, modifica a atividade do cérebro, das nossas sensações e comportamentos.

Tem também uma ação tóxica sobre o sistema nervoso, podendo levar à dependência.

Nesse caso, o melhor a fazer é seguir um tratamento para alcoolismo, pois é a solução mais eficaz para abandonar o vício.

Os efeitos produzidos pela ingestão de álcool no organismo dependem de muitos fatores:

  • A quantidade de álcool consumido;
  • A composição química da bebida alcoolizada;
  • A frequência do consumo;
  • Sexo; 
  • Idade.

O abuso de álcool, a médio e longo prazo, pode aumentar o risco de:

  • Alguns tipos de câncer, por exemplo, fígado e esôfago;
  • De doenças cardiovasculares;
  • De cirrose;
  • De problemas cognitivos, como alterações de memória, atenção e tomada de decisão.

Justamente pelos efeitos devastadores na saúde física e psíquica do alcóolico, familiares e amigos devem buscar ajuda profissional o mais rapidamente possível!

 

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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2022

Desintoxicação Alcoólica o que é?

Muitos se perguntam o que é desintoxicação alcoólica, mas de uma forma bem simples: é um programa que permite ao dependente alcoólico a se livrar do álcool, ou seja, remover todas as toxinas do corpo.

A decisão de parar de beber é o primeiro passo quando se constata que existe uma dependência, onde o tratamento de desintoxicação ajuda a passar mais facilmente pela fase de abstinência.

Geralmente  é feita em clínica de recuperação, pela necessidade de contar com a ajuda médica e psicológica adequada.

Portanto, se você não entende como isso ocorre na prática, vamos explicar tudo aqui!

Desintoxicação alcoólica o que é?

A desintoxicação alcoólica é a primeira etapa do tratamento, que é a retirada da bebida, e que deve ser sempre feita com acompanhamento profissional, particularmente em razão dos sintomas provocados pela abstinência.

Tenha em mente que o período de abstinência é muito delicado, e algumas pessoas têm sintomas muito intensos e difíceis de superar, principalmente quando o álcool é associado ao uso de outras drogas.

Nesse caso, o tratamento para dependência química é a melhor solução, apenas lembrando que é uma decisão que deve partir do próprio paciente, embora existam situações mais graves onde a internação é involuntária.

Como funciona a desintoxicação alcoólica?

Ao longo do tratamento para alcoolismo, o paciente é submetido à desintoxicação alcoólica, que consiste em um processo em várias etapas:

  • Tomada de consciência: é necessário que o paciente tome consciência de sua dependência e manifeste seu desejo de sair dessa situação;
  • Tratamento: dependendo do caso, serão administrados medicamentos que auxiliam no controle do desejo de beber e psicoterapia, em grupo ou individual.

Há quem pense que pelo fato da pessoa ter conseguido manter-se limpa que o tratamento acabou, muito pelo contrário.

É essencial o apoio psicológico, particularmente da família e amigos, pois o paciente terá que adotar novos comportamentos para evitar possíveis recaídas.

Como acelerar a desintoxicação do corpo?

Paralelamente ao tratamento, algumas medidas podem ser tomadas para acelerar esse processo, tais como:

  • Beber bastante água;
  • Manter uma alimentação equilibrada;
  • Evitar o contato com usuários de álcool, assim como locais que lembrem a bebida;
  • Praticar atividades físicas;
  • Buscar maneiras para lidar com a ansiedade e com os sintomas causados pela falta do álcool.

Quanto tempo dura a desintoxicação alcoólica?

O tempo do processo de desintoxicação contra o álcool é variável, em função do nível de dependência da pessoa.

Ela oscila geralmente entre duas e quatro semanas, durante as quais o paciente tem acesso a um tratamento médico e psicológico, porém, pode durar mais no caso de alcoolismo por muitos anos.

Em caso de recaída, esse tempo pode ser mais longo, no entanto, evita-se ao máximo o isolamento prolongado dos pacientes, pela importância do convívio social.

Alguns fatores determinam o tempo da desintoxicação do álcool:

  • Quantidade de álcool consumido;
  • O tempo que bebe;
  • Frequência;
  • Idade;
  • Sexo;
  • Fatores genéticos;
  • Se usa outras drogas;
  • Estado físico e mental.

O principal objetivo da desintoxicação alcoólica é permitir aos dependentes se reintegrarem na sociedade, sem que sejam discriminados e que possam retornar às suas atividades normais.

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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022

Mudança de Vida: Por Que é Importante Para Evitar Recaídas?

Muitas pessoas não entendem muito bem qual o papel da mudança de vida para evitar recaídas.

Lembrando que a recaída é quando uma pessoa com problema de dependência consome novamente o álcool ou a droga após um período de abstinência. 

Também a passagem de uma dependência à outra pode ser também considerada como uma recaída, quando uma substância ou um vício é substituído por outro.

Por isso que após o fim do tratamento para alcoolismo é tão importante o usuário ter todo um suporte, tanto profissional quanto familiar, a fim de lidar com isso da melhor maneira.

No entanto, adotar novos hábitos pode fazer toda a diferença. E é exatamente isso que você verá aqui!

A recaída é um fracasso?

Antes de você entender como a mudança de vida é um dos pontos chave para evitar uma recaída, vale a pena saber um pouco mais sobre a recaída.

Tantos as pessoas diretamente afetadas como quem está à sua volta veem a recaída como um fracasso, e normalmente pensam “Não tem mais jeito”.

Além disso, o próprio indivíduo se sente culpado e com vergonha, e as pessoas próximas se sentem traídas, ficam irritadas, acusam a pessoa e não sabem mais o que fazer.

Esses sentimentos são naturais, no entanto, acham após sair de uma clínica de recuperação que a mudança será rápida e permanente.

Vale ressaltar que as recaídas fazem parte do processo de cura, e podem assinalar que a pessoa está ainda em processo de aprendizagem, e não significa um fracasso.

 O que fazer em caso de recaída? Mudança de vida!

Em primeiro lugar, é importante olhar com cuidado quando alguém tem uma recaída, onde o suporte profissional e grupos de apoio podem ajudar bastante.

É importante entender a razão pela qual ocorreu a recaída, para então definir como lidar com isso sem ter que recorrer ao álcool ou drogas.

E como a mudança de vida pode prevenir uma recaída?

  • Manter estilo de vida saudável: dormir o suficiente, ter uma alimentação equilibrada e hidratar-se;
  • Adotar novos hábitos: é importante reorganizar a vida cotidiana, aprender novas coisas e buscar novos interesses e hobbies;
  • Aprender a lidar com suas emoções: as emoções podem contribuir para uma recaída, e aprender a lidar com o medo, a raiva e a tristeza pode ajudar;
  • Permanecer alerta: as pessoas que passam por um tratamento de dependência química devem permanecer alertas, e embora o risco de recaída diminua com o tempo, ainda pode acontecer;
  • Evitar locais que lembrem o álcool ou as drogas: todos os hábitos que lembrem o álcool ou as drogas devem ser evitados, como bares, sair com amigos;
  • Não ficar sozinho: além da vontade da pessoa, o apoio de quem está próximo, especialistas e participar de grupos, é essencial.

Como prevenir uma recaída?

Além da mudança de vida, tenha em mente que quando uma pessoa se livra da dependência, ela muda.

No entanto, às vezes, não é muito fácil para a família se adaptar a essa nova situação, sendo importante construir uma nova dinâmica.

Nessa busca de um novo equilíbrio familiar, recorrer a um profissional especializado ou um terapeuta familiar é de grande ajuda.

Isso porque, permitem liberar as tensões, o que facilita o diálogo e contribuem enormente na prevenção de uma recaída.

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terça-feira, 1 de fevereiro de 2022

Quais as Causas do Alcoolismo? Saiba Aqui!

A cada dia há uma maior preocupação em saber quais as causas do alcoolismo, pois é até uma forma de tentar prevenir.

Apenas para você ter uma ideia, segundo a OMS, o álcool seria responsável por 3 milhões de mortes por ano, ou seja, uma morte em 20, e por isso o alcoolismo é considerado um problema de saúde mundial.

Quando uma pessoa consome álcool mesmo sabendo do mal que ele causa à sua saúde e ao seu bem-estar, considera-se que se trata de um consumo excessivo ou dependência ao álcool.

Nesses casos, a melhor solução é procurar uma clínica de recuperação para receber o tratamento adequado.

Se você tem dúvidas sobre o que causa o alcoolismo, vamos explicar em detalhes as principais causas!

Quais as causas do alcoolismo?

Antes de saber quais as causas do alcoolismo, é importante ter em mente que se trata de uma doença.

Apesar da causa exata do que faz uma pessoa se tornar um dependente alcoólico ainda seja desconhecida, alguns estudos mostram que pode ser causada por:

  • Hereditariedade: os riscos de desenvolver uma dependência aumentam em famílias cujos membros (principalmente pais e irmãos) são dependentes alcoólicos;
  • Problema psiquiátrico, como depressão, ansiedade ou esquizofrenia;
  • Isolamento;
  • Timidez.

Além disso, a forma como o corpo de uma pessoa reage ao álcool pode ter efeitos sobre o risco de dependência alcoólica.

Todas as drogas têm uma ação no “mecanismo de recompensa” no cérebro. Se, a cada vez que uma pessoa consome uma droga, ela se sente bem, isso vai fazer com que ela queira usar mais.

Essa característica comum poderia explicar porque as pessoas fazem o consumo excessivo das drogas, incluindo o álcool, tornando necessário buscar um tratamento para dependência química com um profissional especializado.

Alcoolismo quais as complicações?

Embora a maioria das drogas que agem sobre o cérebro estimulem a produção de hormônios, principalmente a serotonina e dopamina, o álcool, ao contrário, diminui as concentrações dessas substâncias.

O álcool age como um depressor do sistema nervoso, e quando usado por longos períodos, pode provocar problemas crônicos de saúde, como:

  • Arritmias: ritmos cardíacos anormais que podem causar a morte súbita mesmo em um jovem;
  • Carência de vitamina B1: o déficit em vitamina B1 pode ser a origem de lesões cardíacas e degeneração mental;
  • Lesões cerebrais: o álcool mata as células do cérebro;
  • Diabetes;
  • Hipertensão arterial;
  • Doenças hepáticas, como a cirrose;
  • Perda de sensibilidade;
  • Úlceras de estômago.

Exatamente para não deixar chegar a esse ponto que a chave é o tratamento para alcoolismo, uma vez que o consumo excessivo de álcool aumenta o risco de desenvolver uma série de outras doenças.

Como tratar a dependência alcoólica?

Entendendo um pouco mais sobre as causas do alcoolismo, como tratar?

Não é fácil levar um familiar ou amigo a buscar ajuda, visto que a maioria das pessoas negam o problema.

Se você conhece alguém, é melhor procurar conversar calmamente, sem acusações nem pré-julgamentos. O importante é que ela saiba que pode confiar em você.

Infelizmente, não é sempre que essa conversa é suficiente, e a sugestão é procurar suporte de um profissional habilitado para saber o que fazer e se possível, convencer a pessoa a se tratar.

Lembrando que quando o dependente alcoólico reconhece que está doente e que precisa de tratamento, as chances de sucesso aumentam consideravelmente!

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quarta-feira, 19 de janeiro de 2022

Efeitos das Drogas: Saiba Quais São Aqui!

Uma pergunta muito frequente é sobre quais são os efeitos das drogas no organismo, e tais efeitos variam de acordo com as propriedades de cada droga.

Além disso, sabemos que as drogas modificam a atividade mental, as sensações, o comportamento, e provocam efeitos somáticos no corpo.

Vale lembrar também que as drogas podem ser legais, como o álcool e tabaco, drogas ilegais, por exemplo, a cocaína e maconha, e até mesmo certos medicamentos.

Dependendo do tipo de droga e frequência de uso, as consequências podem ser tão sérias que exigem o tratamento em uma clínica de recuperação.

Se você conhece alguém que é usuário de drogas, é importante saber quais são os tipos de drogas e seus esses efeitos no organismo.

Quais os tipos de drogas?

Antes de conhecer os efeitos das drogas, vale a pena saber os tipos de drogas.

A palavra droga designa substâncias, naturais ou sintéticas, tendo um efeito sobre o estado de consciência e/ou atividade mental.

Elas são consumidas por seus efeitos específicos ou pelas sensações de bem-estar imediato que elas proporcionam.

Todas são suscetíveis de criar uma dependência física ou psicológica.

As drogas são classificadas em 3 categorias, de acordo com os efeitos que elas produzem no sistema nervoso central:

Drogas alucinógenas

Geralmente, essas drogas geram uma dificuldade para a pessoa se situar no tempo e espaço, e também uma alteração nos sentidos, como a visão e tato.

Alguns exemplos de drogas alucinógenas: maconha, LSD, ecstasy, etc.

Depressoras

Agem sobre o sistema nervoso central, provocando efeitos no funcionamento do corpo, onde algumas podem alterar as percepções.

Encontramos aqui a heroína, opiáceos, éter, etc.

Estimulantes

De maneira geral, essas drogas causam excitação e agitação, onde as mais conhecidas são a cocaína, crack e metanfetaminas.

Então, os efeitos das drogas variam de uma para outra, e podem ser potencializados segundo o usuário e seu comportamento, sua sensibilidade, seu estado físico e psíquico.

Quais os efeitos das drogas no organismo?

Primeiramente, os efeitos das drogas variam em função de cada uma, mas principalmente são de ordem ansiolítica (euforia, bem-estar…), estimulante (indiferença à dor, diminuição da fadiga…) ou até alucinatórias.

Quanto às consequências das drogas, podemos dividi-las em três categorias:

Problemas físicos

Geralmente imediatos, os efeitos físicos podem ser:

  • Vertigens;
  • Náuseas;
  • Insônia;
  • Perda de memória;
  • Aumento ou diminuição do ritmo cardíaco;
  • Desidratação;
  • Diminuição dos reflexos;
  • Tremores.

Problemas psíquicos

Já os efeitos psíquicoss causados pelas drogas incluem:

  • Ansiedade;
  • Nervosismo;
  • Fobias;
  • Confusão mental;
  • Agitação;
  • Delírios;
  • Instabilidade de humor;
  • Alucinações;
  • Depressão;
  • Ideias suicidas.

Riscos sociais

A desinibição pode causar acessos de violência e/ou incapacidade de se defender, como perda de controle.

Além disso, a modificação da percepção pode colocar em risco quem está à sua volta, como dirigir alcoolizado e provocar um acidente.

Quando os efeitos das drogas colocam em risco a vida da pessoa ou quem está próximo, é necessário uma intervenção imediata, como começar um tratamento para dependência química.

É de extrema importância ficar atento aos sinais de um consumo de drogas, sejam legais ou ilícitas, e buscar o quanto antes ajuda de um profissional!

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Cocaína causa infertilidade? Descubra aqui!

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