segunda-feira, 27 de setembro de 2021

Como Ajudar um Alcoólatra Depressivo?

Na verdade, ajudar um alcoólatra depressivo não é uma tarefa fácil, em especial porque a depressão pode estimular o consumo do álcool, e sem falar que o álcool possui efeitos depressores.

Além disso, é importante procurar saber se foi o alcoolismo que levou à depressão ou a depressão que levou ao alcoolismo, uma vez que as duas doenças estão interligadas.

A partir daí, é preciso pensar em estratégias, tanto para lidar com o alcoolismo quanto com a depressão.

Por exemplo, alcóolatras depressivos em uma clínica de recuperação são acompanhados de perto, seja para tratar a dependência alcoólica como para depressão.

Se você conhece alguém próximo nessa situação, veja, agora, dicas de como poder ajudar um alcoólatra depressivo!

Como reconhecer uma dependência alcóolica?

Para poder ajudar um alcoólatra depressivo, é importante primeiro reconhecer uma dependência alcóolica.

O álcool é um produto psicoativo que age diretamente no funcionamento do cérebro. Ele modifica a consciência, as percepções e os comportamentos.

Falamos de alcoolismo quando a pessoa não controla mais seu consumo de álcool, e em muitos casos, é necessário um tratamento para alcoolismo.

Alguns sinais ajudam a identificar uma dependência alcoólica, entre os quais podemos destacar:

  • Tremores;
  • Batimentos cardíacos acelerados;
  • Suor excessivo;
  • Irritabilidade;
  • Isolamento;
  • As obrigações e responsabilidades se tornam secundárias.

Mesmo que a pessoa saiba os riscos e as consequências para a saúde, ela não consegue parar, por mais que tenha vontade.

Qual a relação entre álcool e depressão?

Em primeiro lugar, saiba que o primeiro efeito do álcool no organismo é como um estimulante, no entanto, age também como um depressor.

É exatamente isso que faz com que a pessoa consuma cada vez mais, a fim de sentir aquela mesma euforia e bem-estar.

Ou seja, quando o efeito estimulante passa, a pessoa se sente triste e com um sentimento de vazio, e o álcool funciona para afastar esses sentimentos.

Isso é o que normalmente é visto em pacientes em tratamento para dependência química , uma vez que recorrem às drogas para obter prazer e felicidade.

Como ajudar um alcoólatra depressivo?

Agora que você já entendeu como reconhecer uma dependência alcoólica e a relação entre o álcool e depressão, como ajudar um alcoólatra depressivo?

O primeiro passo é manter um diálogo aberto, mostrando que você está ali para ajudá-lo no que precisar e que se preocupa com o seu bem-estar.

É normal a pessoa recorrer ao álcool por se sentir inútil e por achar que não serve para nada, sendo fundamental demonstrar que ela é importante sim.

Agora, converse apenas quando a pessoa estiver sóbria, caso contrário, pode ser agressiva e rebater tudo o que você falar, por melhores que sejam as suas intenções.

Lembre-se de não julgá-la nem criticá-la e se possível, fazê-la entender o quão prejudicial é o consumo do álcool, não só para ela, mas também para todos à sua volta.

Preste muita atenção nas suas palavras, no tom de sua voz  e na maneira como fala, pois basta uma palavra colocada de forma inadequada para a pessoa se isolar e nem querer mais ouvi-lo.

Tenha em mente que a dependência alcoólica é uma doença e é praticamente impossível sair disso sozinho, sendo crucial o suporte de profissionais habilitados, e durante as suas conversas, deixe isso bem claro!

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segunda-feira, 20 de setembro de 2021

Como Convencer um Dependente Químico a se Tratar

Tentar convencer um dependente químico a se tratar requer muita paciência, particularmente quando a pessoa não reconhece que tem uma doença.

E ao negar que está doente, é claro que pensa que não precisa de tratamento.

É importante saber que a chave para o sucesso de um tratamento para dependência química é quando a iniciativa parte da própria pessoa.

Caso você esteja com um amigo ou familiar nessa situação, confira aqui dicas que funcionam bastante e que ajudam a fazer com que o próprio dependente químico busque por tratamento.

Como convencer um dependente químico a se tratar?

Primeiramente, tenha em mente que pode ser um processo longo, que demanda muita paciência e persistência, e por mais resistência que você possa encontrar, continue insistindo.

Veja, a seguir, estratégias sobre convencer um dependente químico a se tratar:

1.Escolha o momento certo

Na hora de conversar com o dependente químico, o ideal é que seja no momento em que ele não está sob o efeito das drogas, caso contrário, ele não vai prestar atenção em nada.

Procure mostrar como a vida dele mudou depois que começou a usar as drogas, e como isso tem afetado a família, os relacionamentos com os amigos, o trabalho…

No entanto, tome cuidado para não fazer julgamentos ou culpar a pessoa, pois pode fazer com que ela fique ainda mais resistente e se afaste.

2.  Transmita confiança

Quem for conversar com o dependente químico deve ser uma pessoa em quem confie e respeite.

Até por não admitirem que são dependentes, eles têm uma tendência a ficar agressivos, especialmente se sentirem ameaçados.

Portanto, é preciso escolher muito bem quem vai tentar convencer um dependente químico a se tratar.

3.   Busque ajuda profissional

Tentar fazer com que um dependente químico busque uma clínica de recuperação exige uma abordagem assertiva.

Para isso, vale a pena conversar com profissionais habilitados para lhe dar orientações de como agir, o que fazer para quebrar as resistências, etc.

É normal a família estar tão abalada nesse momento, que acaba atropelando as coisas e colocando tudo a perder.

4.   Mostre que você está ali para o que ele precisar

É essencial que o dependente químico se sinta acolhido, e quando sabe que conta com o apoio de alguém, se sente mais segura em procurar por um tratamento para alcoolismo.

Ao reconhecer você como um aliado, vai ficar mais fácil para convencer um dependente químico a se tratar.

5.   Escute

Escute tudo o que ele tem a dizer, sem interrompê-lo e contradizê-lo, apenas escute.

Só dê a sua opinião apenas se ele solicitar, e nada de impor o que você acha.

Ninguém se torna dependente químico porque quer. Existem motivos por trás que o levaram a isso, e é importante entender que motivos são esses.

6.   Seja sincero

Seja o mais sincero possível, mostre a sua preocupação, e de preferência, escolha um local privado, em que ele se sinta seguro.

Quando ele toma consciência que você realmente se importa com ele e que tudo o que está fazendo é para o seu bem, é meio caminho andado para convencer um dependente químico a se tratar.

Preste atenção em cada uma das dicas acima e é crucial ir devagar, aos poucos, mesmo que demore mais do que você imaginava.

O importante aqui é fazer com que o dependente químico reconheça que precisa se tratar, e assim, o processo de recuperação estará muito bem encaminhado.

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segunda-feira, 13 de setembro de 2021

Como Identificar Quadro Depressivo Ansioso?

Um quadro depressivo ansioso também recebe o nome de transtorno misto ansioso e depressivo, e como o nome sugere, a pessoa apresenta sintomas depressivos e ansiosos, sem um predominar sobre o outro.

Geralmente, é complicado fazer o diagnóstico, pois a depressão e a ansiedade, em determinadas situações, apresentam sintomas semelhantes, e até mesmo se confundem.

Um bom exemplo é de pacientes em uma clínica de recuperação, já que muitos chegam com depressão e ansiedade, sendo necessário uma supervisão de perto.

É normal o assunto gerar uma certa confusão, e por isso, vamos explicar mais esse quadro, e assim, te ajudar a identificar um quadro depressivo ansioso.

O que é um quadro depressivo ansioso?

O quadro depressivo ansioso pode ser definido por sintomas de depressão e ansiedade, onde os sentimentos se misturam e um quadro pode desencadear o outro.

Por exemplo, uma pessoa com depressão pode apresentar ansiedade e vice-versa, e por esse motivo que o diagnóstico não é tão simples.

Além disso, não há predomínio nem de ansiedade nem de depressão ou não intensos o suficiente para justificar um diagnóstico distinto.

Pacientes que estão em tratamento para dependência química têm uma tendência ao transtorno misto ansioso e depressivo, especialmente durante o período de abstinência.

O que causa o transtorno misto ansioso e depressivo?

Ainda é desconhecida uma causa específica para o quadro depressivo ansioso,  porém, vários estudos mostram que estão envolvidos fatores biológicos, psicológicos e ambientais.

Ou seja, questões hereditárias, uma experiência traumática na infância ou ter que lidar com situações muito estressantes podem dar origem ao transtorno misto ansioso e depressivo.

Outros fatores que podem contribuir são: perda de emprego, morte de familiares, divórcio, problemas financeiros, pensamentos negativos, etc.

Por sinal, esses fatores também podem levar uma pessoa a abusar do álcool, sendo então indicado um tratamento para alcoolismo.

Como identificar um quadro depressivo ansioso?

Como o diagnóstico é mais difícil, é essencial observar os seguintes sintomas:

  • Irritabilidade;
  • Ideias pessimistas sobre o mundo e si mesmo;
  • Isolamento;
  • Desmotivação;
  • Falta de energia;
  • Problemas de sono, como a insônia;
  • Baixa autoestima e sentimento de culpa;
  • Diminuição do prazer sexual;
  • Perda ou ganho de peso;
  • Medo sem razão aparente.

Com base nesses sintomas, é possível identificar o quadro depressivo ansioso, e apenas um profissional qualificado é capaz de fazê-lo.

Agora, para fazer o diagnóstico, é necessário que pelo menos quatro desses sintomas acima estejam presentes por mais de quatro semanas.

Conheça os fatores de risco

Existem alguns fatores que aumentam o risco de uma pessoa desenvolver um quadro depressivo ansioso, como:

  • Antecedentes familiares;
  • Presença de uma doença crônica;
  • Dependência química;
  • Viver sob muito estresse;
  • Problemas financeiros;
  • Sentimento de desvalorização;
  • Baixa autoestima;
  • Traumas durante a infância;
  • Falta de suporte familiar e social.

Então, além das questões biológicas, psicológicas e ambientais,  os fatores de risco listados acima aumentam a chance de desencadear o transtorno.

Como mostrado, o vício em drogas também contribui para esse quadro, e por isso, ao longo do tratamento para dependência química, é recomendado que o paciente seja diagnosticado corretamente.

Felizmente, a psicoterapia tem mostrado resultados bem eficazes, inclusive ajudando na cura. 

 

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segunda-feira, 6 de setembro de 2021

Psicose Depressiva: Causas e Sintomas

A psicose depressiva, também chamada de depressão psicótica, é quando a pessoa apresenta um estado depressivo acompanhado de sintomas psicóticos, sem a fase maníaca, característica do transtorno bipolar.

É um tipo de transtorno que necessita de uma atenção maior, especialmente em razão do que a pessoa pode fazer.

Muito comum em pacientes em tratamento para dependência química, onde as alucinações e delírios podem surgir no momento da abstinência.

Se você ainda não entendeu muito bem, confira, a seguir, as causas e sintomas desse transtorno.

O que é psicose depressiva?

A psicose depressiva representa um estado depressivo, acompanhado de manifestações delirantes ou alucinatórias.

É um transtorno que afeta os pensamentos e as percepções, onde a pessoa parece ouvir vozes ou não ser mais dono de seus pensamentos.

Além disso, são incapazes de fazer a diferença entre a realidade e sua própria percepção.

As manifestações psicóticas são mais frequentes em pessoas depressivas, mesmo sem antecedentes de psicose.

De maneira geral, o risco de suicídio ou problemas de sono são mais presentes em pacientes que apresentam uma depressão psicótica do que em depressivos não psicóticos.

Quais as causas da psicose depressiva?

Embora não exista uma causa clara, o que se sabe é que pessoas que já tiveram um episódio de depressão são mais suscetíveis.

Além disso, as causas genéticas, apesar da forte influência, não são determinantes para desencadear a psicose depressiva.

Portanto, os fatores hereditários, juntamente com fatores ambientais, psicológicos, uso de drogas ou medicamentos estão por trás da depressão psicótica.

Quais são os sintomas da depressão psicótica?

As pessoas que sofrem de depressão psicótica são geralmente vítimas de um episódio depressivo maior, associado a sintomas psicóticos como os delírios e/ou alucinações.

Os principais sintomas são:

  • Ideias delirantes: desvalorização, sentimento de incapacidade, de culpa, hipocondria (impressão de sofrer de uma doença grave);
  • Alucinações auditivas;
  • Sintomas depressivos, como isolamento, ideias pessimistas, suicidas, problemas de sono, etc.

Esses sintomas são muito comuns em pessoas que estão em tratamento para alcoolismo, pois podem apresentar episódios depressivos e ao mesmo tempo alucinações.

A sensação é que outras pessoas entendem os seus pensamentos.

Vale lembrar que os episódios de depressão quando acompanhados de sintomas psicóticos são geralmente mais longos e com maior risco suicida.

Qual o tratamento?

É um transtorno que pode ser perigoso para a saúde da pessoa, onde há um risco elevado de suicídio.

Por isso, é indispensável que o tratamento ocorra em uma clínica de recuperação, a fim de monitorar as oscilações de humor e prescrever as medicações certas.

Às vezes, pode demorar alguns meses, no entanto, o paciente volta a ter seu equilíbrio mental.

O tratamento farmacológico é o mais indicado para a psicose depressiva, com o uso de antidepressivos e antipsicóticos, isolados ou em conjunto.

A psicoterapia oferece ao paciente um suporte, além de permitir a diminuição da gravidade dos distúrbios psicóticos e seu impacto na qualidade de vida das pessoas afetadas.

E quando aliada aos medicamentos, melhora os sintomas de ansiedade, desesperança e ideias suicidas.

Mas é necessário um acompanhamento médico para avaliar se os problemas vão surgir novamente.

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